A Cura

Não, eu não vou falar do Emmy. Porque já deu, né gente? Garanto que vocês já tão sabendo de tudo, e não me cabe ficar aqui fazendo a releitura da releitura da releitura, não é mesmo?
Hoje, vou falar um pouquinho pra vocês da minissérie A Cura, que está passando todas as terças na Globo, depois do Casseta e Planeta. É uma ótima oportunidade pra quem não começou a ver, se inteirar um pouco do que aconteceu na série até então, e ficar por dentro nos próximos episódios!
A série se passa em Diamantina, em Minas, e conta a história de Dimas (Selton Melo), um jovem médico que volta a sua cidade natal depois de muitos anos em São Paulo. A história de Dimas envolve um grande mistério, pois quando ele era menino, foi acusado pelos moradores da cidade, do assassinato de um colega. Por, até os dias atuais, não entender bem o que aconteceu naquele dia, Dimas vive um conflito pessoal, em dúvida, se de fato matou ou não seu amigo e chega a passar alguns tempos internado em clínicas psiquiátricas.
Bom, a história envolve muitos personagens, é difícil fazer um resumo, pois cada capítulo envolve detalhes muito importantes, mas o fato principal é que o Dimas tem uma espécie de dom da cura. No hospital, ele conhece uma mulher chamada Edelweiss (Inês Peixoto), que reconhece em Dimas o espírito de um médico que viveu naquela cidade há algum tempo, e que foi assassinado. Esse médico, Otto (Juca de Oliveira), tinha esse mesmo dom, e largou a medicina convencional para se dedicar a cirurgias e curas milagrosas. Só que isso causou revolta em muitos moradores de Diamantina, principalmente em médicos como Turíbio (Ary Fontoura), diretor do hospital local, que até nos dias de hoje, não podem ouvir o nome de Otto sem se revoltarem. Apesar de, inicialmente, Dimas não aceitar a idéia de Edelweiss, fatos que acontecem vão mostrando a ele, que é possível que ela esteja certa. E moradores da cidade, que tentam a todo custo abafar o “caso Otto”, se deparam com um novo “curandeiro”.
O porquê de todo esse pavor, por exemplo, da mãe do Dimas (Nívea Maria), do diretor do hospital Turíbio, em relação a curandeirismo, nós ainda vamos descobrir! Também vamos descobrir o mistério que envolve o Dimas, e também sobre o assassinato do médico Otto! Como eu disse, a série é cheia de mistérios e detalhes. Eu gostei muito! E se você também gostou e quer saber direitinho o que aconteceu nos capítulos anteriores e o perfil de todos os personagens, basta ver no site da série!
Fica aí a dica pra vocês então! Beijos e até a próxima!

Créditos: http://mapa.acura.globo.com/
Zé Maria

Imagina um show de música eletrônica dentro de um teatro. Pois é, foi isso que aconteceu na última sexta-feira (27) no teatro do Sesi de Vitória. Quem tocou foi a banda capixaba (orgulhinho) Zémaria que foi indicada para concorrer ao prêmioVMB de música eletrônica desse ano.
Não precisa se assustar com o formato do show, o som da banda não lembra nada o “tunts tunts” das raves. A voz suave da lindíssima Sanny Lys junto ao arranjo dos músicos Marcel Dadalto (guitarrista e responsável pelo “eletrônico” da banda), Michel Spon (baixo) e Nego Léo (bateria) dialogam com vários estilos como mpb, rock, eletro, pop e house e isso torna o som mais melódico e dançante. Propício para uma noite no teatro não?! rs
Entre as primeiras músicas a vocalista, que também é produtora de moda e dj – já tocou no desfile da Maria Bonita Extra, deixou claro que aquele formato de show com todo mundo sentadinho não daria certo e queria todo mundo levantando e dançando. Qual foi a surpresa? Lá pelas tantas, metade da platéia estava no palco curtindo o som da banda.

A Sanny tem um estilo muito fofo, cheio de vestidinhos e dancinhas cutes, baixou até uma Beyoncé nela nesse dia.
Para conhecerem o som do quarteto é só clicar ZéMaria e não deixem de votar neles para o VMB!










