Superstições Japonesas
Como o “Halloween” está chegando, é o dia da bruxas…. resolvi reunir algumas das superstições japonesas para vocês.
E tem cada uma…..
Ninguém gosta de estacionar o automóvel em uma vaga cujo número seja o quatro. É que a pronúncia da palavra quatro em japonês (shi) é a mesma de morte (shi).
Por isso também é comum que os prédios não tenham o quarto andar.
Além de não utilizar o número 4 (shi) em andares de hospitais, outro costume referente ao número é não dar lembrancinhas ou presentinhos (os omiyages) compostos por quatro unidades ou quatro peças. O presente pode virar motivo para o término da amizade.
Número 9: Sua pronúncia “ku” que significar agonia ou tortura
Número 42: Significa morrer se for pronunciado separadamente (shi-ni)
Número 420: significa espírito se for pronunciado separadamente (shi-ni- rei)
Por causa dessa superstição, esses números não aparecem em leitos de hospitais.
Não deixe que um gato preto atravesse a rua na sua frente. Dá azar.
Se você encontrar uma aranha à noite não a mate, você pode perder todo o dinheiro que possui.
Não assobie à noite, porque poderá topar com uma cobra. Além de cobra, pode também ser um ladrão.
Eles acreditam que muitas pessoas que se deitam após comer podem se transformar em um boi. Mesmo que essa metamorfose não se concretize, é certo que estará ganhando alguns quilinhos a mais se adquirir o hábito. Por isso que eles tem o costume de jantar entre 6 e 7 da noite.
Se comprar sapatos novos, evite estreá-los à noite. Isso pode trazer má sorte.
Se você encontrar um pedaço de couro de cobra, deve guardá-lo na carteira. Segundo dizem, isso fará com que você fique rico. Não custa arriscar.
Quando estiver em um local cujo piso é de tatame não pise nas bordas para não atrair má sorte.
Enfiar os talhares japoneses (hashis) em uma tigela de arroz. Além de ser delito de etiqueta gastronômica dos mais graves, ainda é uma provocação ao outro mundo. Isso porque, no Japão, os hashis são cravados na tijela de arroz somente em uma situação: para deixar o arroz no altar em oferenda aos mortos. E dizem que isso atrai os espíritos (eu não sabia disso quando cheguei no Japão e fiz isso, uma japonesa que trabalhava comigo viu e ficou nervosa falando que eu não podia fazer aquilo que era feio. Só depois que eu descobri o que esse gesto significava).
Nunca passe comida de seu hashis para os de outra pessoa.
Após a cremação, em um funeral japonês, os parentes costumam utilizar os hashis para passar os ossos do falecido uns para os outros.
Dizem que quando uma moça tem um cabelo comprido e corta, quer dizer que ela sofreu uma decepção amorosa.
Não corte as unhas à noite. Pois se você o fizer, não poderá ver os seus pais quando falecerem.
Cuidado com o carro fúnebre. Se passar um carro fúnebre perto de você, esconda o polegar para não acontecer nada com os seus pais.
Não deixe sobrar arroz no prato, pois você poderá ficar cego.
Outra superstição muito popular é a de nunca dormir com a cabeça voltada para o norte, pois é justamente nessa direção que se posiciona a cabeça do cadáver nos funerais budistas.
Acredita-se também que a construção de uma casa influi na sorte do seu morador. Desde tempos remotos, evitava-se construir a entrada da casa voltada para a direção nordeste, pois se acreditava-se que era pelo kimon (“ki” = demônio; “mon” = entrada) que os onis (demônios) entravam. Essa superstição é levada a sério até hoje.
Há outras superstições que, para os ocidentais, podem parecer engraçadas, quando o seu nariz coça é sinal de que alguém que você conhece terá um bebê.
Espirrar uma vez significa que estão falando bem de você, mas se você espirrar duas vezes… significa que há pessoas falando mal a seu respeito. Entretanto, nem tudo está perdido! Saiba que, se você espirrar três vezes, é porque alguém o ama de verdade e, se a sua orelha coçar, você terá boas notícias.
Se a primeira pessoa que você encontrar ao sair de casa for uma mulher, anime-se, pois este será um dia de sorte, mas, se for um sacerdote budista, é melhor dar meia-volta e ir para a cama, pois o dia não será nada bom.
Quando estiver dormindo com uma pessoa e ela começar a conversar, pense bem antes de lhe dizer algo, pois o ato de falar com uma pessoa dormindo pode lhe trazer má sorte no dia seguinte.
Segundo os japoneses, a pessoa que é fotografada entre duas pessoas pode sofrer uma tragédia.
Um papel ou madeira oculto na roupa, traz sorte, se for mantido próximo ao corpo, o tempo todo.
O peixe conhecido em japonês como tai (brema do mar vermelho) faz parte da palavra medetai (sorte), que é considerado o peixe da sorte no Japão. O peixe está profundamente ligado à cultura japonesa. Quando o peixe é grelhado inteiro, é considerado boa sorte e é invariavelmente servido em ocasiões como casamentos. A lagosta ou o camarão pitu também são considerados como boa sorte, por causa desse sentido figurado, quando mais a cauda for curvada e inclinada, mais longa será a vida da pessoa que a consumir.
Os templos e santuários do Japão costumam receber homens e mulheres que não querem sofrer a maldição do “yakudoshi”. A palavra se refere às idades de 42 anos para homens, e 33 para mulheres. A palavra “yaku” significa calamidade e doshi, idade. Os japoneses acreditam que esse período é crítico e turbulento, por isso os amigos e parentes oferecem uma festa para reunir energia positivas para ajudar a superar as dificuldades do período. No ano seguinte, ou seja, quando a mulher completar 34 e o homem 43, é a vez dos aniversariantes retribuírem a festa. O agradecimento é chamado de yakubarai. Segundo estudiosos, os dois números integram o princípio do Yin e Yan, pois 34 é o contrário de 43 e a soma de 4 + 3 = 7, que é considerado um número místico. Algumas pessoas agradecem com um culto, em vez de festa.
E pra você se proteger de tudo isso, os amuletos mais famosos por aqui são:
MANEKI-NEKO: Quem frequenta comércios e restaurantes japoneses já deve ter visto um desses gatos em cima de alguma prateleira. O gato com a pata esquerda levantada atrai dinheiro e bens materiais, o da direita, atrai a pessoa amada.
DARUMA: é um dos talismãs mais famosos. Ele é um símbolo de perseverança, flexibilidade e determinação. O daruma é um boneco para fazer desejos. Ele vem com os olhos em branco; você deve pintar um dos olhos e fazer um desejo.
Ele é colocado em um lugar visível e alto na casa. E quando o pedido se realizar, pinta-se o outro olho.
OMAMORI: São pequenos amuletos para trazer proteção. Geralmente são vistos pendurados em retrovisores de carros.
Procura-se seu dono: A verdadeira história de Hachiko
Hoje eu vou falar sobre um filme que foi gravado baseado em fatos reais: “Sempre ao seu lado“.
Acho que boa parte das pessoas já tiveram a oportunidade de assistir o filme. Fiquei emocionada quando assisti o filme, e resolvi procurar na internet a história ao pé da letra. Fiquei boquiaberta com alguns trechos da história, principalmente na parte que diz;
Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu Akita, o governo japonês assume sua guarda.
Em 1924 Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi). Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a estação de trens de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A visão dos dois, que chegavam na estação de manhã e voltavam para casa juntos na noite, impressionava profundamente a todos. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume. A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor Ueno foi interrompida por um acontecimento muito triste, apenas um ano e quatro meses depois. Ueno sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais retornando à estação onde sempre o esperara Hachikō.
Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um derrame súbito durante uma reunião e morreu. A história diz que na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz como, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.
Mas é depois disso que a parte realmente triste da história começa. Depois que seu dono morreu, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, quando um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como ele sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todo dia ele ia e procurava Ueno entre os passageiros, saindo somente quando tinha fome. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Hachikō esperava pelo retorno de seu dono e amigo.
A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachikō e o professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer petiscos e comida para alivar sua vigília.
Por 10 anos contínuos Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.
Hachikō finalmente começou a ser percebido pelas pessoas na estação de Shibuya. Naquele mesmo ano, um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde conheceu a história da vida de Hachikō. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com Hachikō, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachikō da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachikō.
Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachikō, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachikō tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachikō, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachikō como exemplo para educar crianças.
Estátua de Hachikō em Shibuya: Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachikō foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado “Linhas para um cão leal”. A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas. Pelo país afora a fama de Hachi se espalhou e a raça Akita cresceu. Hachi foi convidado várias vezes para aparecer como um convidado em mostras de cães, também miniaturas e cartões postais dele começaram a ser feitos.
Porém, mais tarde, a figura e lenda de Hachikō foi distorcida e usada como símbolo de lealdade ao Estado, aparecendo em propagandas que difundiam o fanatismo nacionalista que acabaram levando o país à Segunda Guerra Sino-Japonesa, no final da década de 1930 e também à Segunda Guerra Mundial. Lamentavelmente, a primeira estátua foi removida e derretida para armamentos durante a Segunda Guerra Mundial, em abril de 1944. No entanto, em 1948 uma réplica foi feita por Takeshi Ando, filho do escultor original, e reintegrada no mesmo lugar da anterior, em uma cerimônia em 15 de agosto. Esta é a estátua que está ainda hoje na Estação de Shibuya e é um ponto de encontro extremamente famoso e popular.
A fama repentina de Hachikō fez pouca diferença para a sua vida, pois ele continuou exatamente da mesma maneira como antes. Todo dia, ele partia para a estação de Shibuya e esperava lá pelo Professor Ueno para voltar pra casa. Em 1929, Hachikō contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez. Ele poderia ter sido confundido com qualquer cão mestiço.
Como Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de dirofilariose, um verme que ataca o coração . Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos,ele deu seu último suspiro em uma rua lateral à estação de Shibuya. A duração total de tempo que ele tinha esperado, saudoso, seu mestre, foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachikō estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.
Seus ossos foram enterrados em um canto da sepultura do professor Ueno (no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio), para que ele finalmente se reencontrasse com o mestre a quem ele havia ansiado por tantos anos. Sua pele foi preservada, e uma figura empalhada de Hachikō pode ainda ser vista no Museu Nacional de Ciências em Ueno.
Todo dia 8 de março é realizada uma cerimônia solene na estação de trem, em homenagem à história do cão leal.
A lealdade dos cães da raça Akita já era conhecida pelo povo japonês há muito tempo. Em uma certa região do Japão, incontáveis são as histórias de cães desta raça que perderam suas vidas ao defenderem a vida de seu proprietários.
Onde quer que estejam e para aonde quer que vão, têm sempre “um dos olhos” voltados para aqueles que deles cuidam. Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação.
Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu Akita, o governo japonês assume sua guarda.
Devido a todas suas qualidades, uma das províncias japonesas recebe seu nome, Akita-Ken.
No mês de Agosto eu fui passear em Tokyo e umas das minhas vontades era de conhecer o local onde o Hachiko ficava esperando o professor, e ao sair da estação vi uma aglomeração de pessoas, nem precisei procurar. Estavam todos querendo registrar o momento ao lado da estátua. Eu também não fiquei atrás e tirei uma fotinha, admito que foi emocionante, principalmente porque eu amo cachorros.
Para quem ainda não viu o filme, aqui fica o trailer…
Tutoriais japoneses
Olá meninas! Mais uma semana se passou e como hoje é sexta (dia oficial de sair de casa e badalar), no post de hoje eu vou compartilhar com vocês os 2 canais japoneses do youtube que mais acesso. Eles podem ajudar quem quer tentar algum look diferente hoje.
O primeiro é o Man Woman Film, que ensina maquiagens onde a maioria é mais para o lado artístico, porém, podemos adaptar conforme o nosso gosto e arrasar!


Na maioria dos vídeos ela não fala, então não se preocupem com o japonês! rs….
E o legal, é que ela mostra bastante duas coisas indispensáveis para as japonesas: sobrancelha definida e cílios postiços. Se vocês prestarem atenção, ela quase não tem sobrancelhas, porque é de costume da maioria das japonesas remover quase todos os pelos ou deixar bem ralo, para poderem desenhar com o lápis deixando-a bem definida.
Eu admito que a técnica da sobrancelha perfeita é bem tentadora, mas não tenho coragem!
Se bateu a curiosidade, visitem o canal dela AQUI.
O segundo canal é o Binosusume. Ela faz tutoriais ensinando penteados. Muitos são bem fáceis e os que são mais detalhados não são coisa de outro mundo, então não se preocupem. Os tutoriais tem legenda em inglês, então a compreensão pode ficar bemmm mais fácil.

E meninas… nada de pensarem que não vão conseguir, porque no começo eu mal conseguia fazer uma trança tradicional. Então, sempre que vocês estiverem de bobeira em casa, passem no canal e fiquem treinando, até ficarem expert em penteados!!! (vai que um dia vocês precisam de fazer aqueeeele cabelon e não tem prática?!) Ah, ela também ensina unhas em gel, mas a legenda é em japonês! Confira AQUI.
Vamos fazer o seguinte… quem fizer algum penteado do canal dela, me envie uma foto que eu divulgo no twitter, ok?!
PS: Vocês também AMARAM o cabelão dela?! #lindodemorrer
E aqui fica minha dica, do outro lado do mundo!
Topo de bolo customizado
Nós mulheres, sonhamos com o dia em que subiremos ao altar, e um dos detalhes importante nesse dia é o bolo. Tem que ser impecável!!! Mas como nós da equipe Raquel nunca caimos na mesmice, eu apresento pra vocês uma idéia para celebrarem o tão sonhado dia com estilo…

A equipe Kikuike faz topo de bolos pra casamento de uma forma original e divertida. Essa equipe de profissionais é do Japão, mas eles vendem seus produtos no site Etsy e entregam no mundo inteiro.
Vale a pena conferir, aqui estão alguns dos trabalhos…
O preço não é muito dos baratos, porém o trabalho que deve dar eu nem quero imaginar. Mas cá entre nós… não vale a pena investir em algo tão criativo???
As histórias de amor não têm lugar para acontecer. Existem apesar do tempo, apesar do espaço, até mesmo apesar das pessoas. E é por isso que o amor sobrevive ao longo dos séculos, pois não há força mais poderosa e mais frágil do que esta. As histórias de amor precisam existir para plantar outras histórias de amor, para que o coração daqueles que buscam não desista. Se não fosse assim, nenhum encontro seria possível e de nada valeria viver.
Deborah Dubner


























